ARQartigos | Decoração moderna

    Author: Maycon Méyer Genre:
    Rating

    Decoração inteligente

    Por Maria Claudia Stephanes

    Que tal encarar sua coleção de livros como peças de uma grande escultura? Enfileirados em estantes, empilhados sobre mesas de centro ou amontoados em cantinhos estratégicos os livros constituem excelentes aliados decorativos. Primeiro, porque eles dão aquele toque de vida à casa. Segundo, porque com eles é possível criar efeitos óticos ou volumes bem interessantes.

    Em estantes tradicionais, em modelos modernos ou mesmo sob prateleiras, os livros podem ser organizados de maneira harmoniosa separados por tamanho, do maior para o menor, em fileiras que podem ser interrompidas por objetos como vasos, porta-retratos ou esculturas. Outro bom recurso, é interromper as longas filas com alguns títulos empilhados. Sobre eles, dá para deitar um pequeno vaso ou um bibelô moderninho.


    Nas salas, eles também ganham destaque sobre as mesas com o colorido de suas capas. Sobretudo os livros de arte, design, moda e fotografia. Uma boa maneira de tirar proveito deles é acomodá-los em pilhas de quatro ou cinco livros sobre uma grande mesa de centro e dispor objetos variados ao lado ou por cima deles. Nas mesas laterais, eles podem servir de apoio para as luminárias baixas. Quem encara numa boa a ideia de livros empilhados pelo chão ganha pontos no despojamento e, de quebra, cria inusitadas superfícies de apoio. 

    No lavabo, eles podem enriquecer os espaços só por ficar acomodados em pilhas no chão, enfileirados sobre prateleiras estreitas ou abrigados em revisteiros com desenho caprichado. 

    Os corredores também perdem sua aparência fria e inútil com eles. Instalar prateleiras nas paredes e organizar ali a coleção de livros é uma excelente pedida para quem tem áreas com pelo menos 1,20 metros de largura. Para espaços menores, a dica é pendurar as prateleiras acima do batente das portas e chamar a atenção revestindo as paredes com tecido ou papel de parede estampado. 



    Maria Cláudia Nassar Stephanes, com uma linguagem contemporânea, abusa das misturas: o novo e o antigo, as linhas retas combinadas com as orgânicas, o uso da tecnologia com a releitura de peças clássicas. “Procuro sempre ser eclética dentro de uma vanguarda realista e que se identifique com o cliente”, explica. 


    Fonte:www.mariaclaudiastephanes.com 

    Leave a Reply